Sindgraf-PE e demais sindicatos defenderão juntos trabalhadores da indústria

O objetivo central é defender os direitos dos trabalhadores (as).

Escrito por: Sindgraf-PE • Publicado em: 31/07/2018 - 15:03 Escrito por: Sindgraf-PE Publicado em: 31/07/2018 - 15:03

Na próxima semana, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Gráfica de Pernambuco (Sindgraf), juntamente com entidades de outras classes, como metalúrgicos, profissionais das áreas da Borracha, Construção Civil, Química, Bebidas, petroleiros e tecelões, devem promover um ato diante da Federação da Indústria do Estado (Fiepe) – A integração dos órgãos, todos vinculados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), tem objetivo central de defender os direitos dos trabalhadores, independente da nova lei do trabalho de Temer e seus partidos aliados que destruíram direitos. Além de golpear direitos, a nova lei ainda tem destruído o emprego e a própria indústria através do agravamento da crise econômico no Brasil.

Na programação dos sindicatos, que tem se reunindo em um intervalo médio de 15 em 15 dias, já começou a processo para a sistematização de uma pauta comum de reivindicação das entidades para ser entregue durante o ato na Fiepe. “A partir da pauta das convenções coletivas de trabalho de cada categoria e das pautas de reivindicação das classes, temos buscado identificar juntos os eixos que podem se tornar pautas para todo os sindicatos envolvidos”, diz Josival Alves, diretor do Sindgraf que participa deste grupo denominado Macrossetor da Industria da CUT.

Para Josival, os encontros do Macrossetor tem sido muito importante, já que a interação de todos os sindicatos aglutinam força e conhecimento dos envolvidos para poder combater as investidas dos patrões sobre os direitos dos trabalhadores da indústria pernambucana. Ele frisa inclusive um importante debate há poucos dias durante um seminário para tratar de vários assuntos importantes, como o mal estar da burguesia contra o bem estar social, os golpes das países hegemônicos sobre os países da América Latina e outros, inclusive no Brasil porque do pré-sal, além dos novos desafios postos para classe trabalhadora diante da indústria 4.0.

A indústria 4.0 é o nome usado para definir a nova revolução industrial. Baseado em inovação tecnológica e na informática, foi criada para atender o anseio do capitalismo (mais lucro dos patrões e mais serviço e menor remuneração para o profissional), através da cobrança por maior desempenho, competitividade, qualidade e quantidade da produção e menos desperdício de tempo e matéria-prima. “É a tecnologia, portanto, que vem transformando os trabalhadores qualificados a se submeterem aos serviços com salários menores e as cargas horárias maiores”, dizem Diogo Barros e Nilson Santos, dirigentes sindical também no seminário, além dos sindicalistas gráficos Eduardo de Souza e Eleonildo da Silva.

Desse modo, durante o referido seminário, ficou bem claro para todos os sindicalistas gráficos e das demais categorias que somente unificamos a classe trabalhadora da indústria pernambucana poderá enfrentar a série de novos desafios patronais contra direitos, salário e condições laborais e de vida, além da perda do emprego. “Aliás, a queda significativa dos empregos devido a substituição da mão de obra humana pelos serviços por máquinas, robôs “, alerta Josival os demais sindicalistas e gráficos.

Título: Sindgraf-PE e demais sindicatos defenderão juntos trabalhadores da indústria, Conteúdo: Na próxima semana, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Gráfica de Pernambuco (Sindgraf), juntamente com entidades de outras classes, como metalúrgicos, profissionais das áreas da Borracha, Construção Civil, Química, Bebidas, petroleiros e tecelões, devem promover um ato diante da Federação da Indústria do Estado (Fiepe) – A integração dos órgãos, todos vinculados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), tem objetivo central de defender os direitos dos trabalhadores, independente da nova lei do trabalho de Temer e seus partidos aliados que destruíram direitos. Além de golpear direitos, a nova lei ainda tem destruído o emprego e a própria indústria através do agravamento da crise econômico no Brasil. Na programação dos sindicatos, que tem se reunindo em um intervalo médio de 15 em 15 dias, já começou a processo para a sistematização de uma pauta comum de reivindicação das entidades para ser entregue durante o ato na Fiepe. “A partir da pauta das convenções coletivas de trabalho de cada categoria e das pautas de reivindicação das classes, temos buscado identificar juntos os eixos que podem se tornar pautas para todo os sindicatos envolvidos”, diz Josival Alves, diretor do Sindgraf que participa deste grupo denominado Macrossetor da Industria da CUT. Para Josival, os encontros do Macrossetor tem sido muito importante, já que a interação de todos os sindicatos aglutinam força e conhecimento dos envolvidos para poder combater as investidas dos patrões sobre os direitos dos trabalhadores da indústria pernambucana. Ele frisa inclusive um importante debate há poucos dias durante um seminário para tratar de vários assuntos importantes, como o mal estar da burguesia contra o bem estar social, os golpes das países hegemônicos sobre os países da América Latina e outros, inclusive no Brasil porque do pré-sal, além dos novos desafios postos para classe trabalhadora diante da indústria 4.0. A indústria 4.0 é o nome usado para definir a nova revolução industrial. Baseado em inovação tecnológica e na informática, foi criada para atender o anseio do capitalismo (mais lucro dos patrões e mais serviço e menor remuneração para o profissional), através da cobrança por maior desempenho, competitividade, qualidade e quantidade da produção e menos desperdício de tempo e matéria-prima. “É a tecnologia, portanto, que vem transformando os trabalhadores qualificados a se submeterem aos serviços com salários menores e as cargas horárias maiores”, dizem Diogo Barros e Nilson Santos, dirigentes sindical também no seminário, além dos sindicalistas gráficos Eduardo de Souza e Eleonildo da Silva. Desse modo, durante o referido seminário, ficou bem claro para todos os sindicalistas gráficos e das demais categorias que somente unificamos a classe trabalhadora da indústria pernambucana poderá enfrentar a série de novos desafios patronais contra direitos, salário e condições laborais e de vida, além da perda do emprego. “Aliás, a queda significativa dos empregos devido a substituição da mão de obra humana pelos serviços por máquinas, robôs “, alerta Josival os demais sindicalistas e gráficos.



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