Servidores municipais  fazem ato unificado e rejeitam proposta da Prefeitura do Recife

"Nossa paralisação foi unificada e protestamos contra o descaso e a campanha de arrocho salarial do prefeito Geraldo Júlio", destacou Andréa Batista.

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE • Publicado em: 09/08/2017 - 06:54 • Última modificação: 09/08/2017 - 07:01 Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE Publicado em: 09/08/2017 - 06:54 Última modificação: 09/08/2017 - 07:01

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Servidores municipais de várias categorias, coordenado pelo Fórum dos Servidores da CUT-PE, paralisaram suas atividades e protestaram nesta terça-feira (8) na Câmara Municipal do Recife. Logo depois da manifestação ato na Casa de José Mariano, a categoria iniciou uma caminhada em direção à Prefeitura do Recife, no bairro do Recife. 

"Nossa paralisação foi unificada e protestamos contra o descaso e a campanha de arrocho salarial do prefeito Geraldo Júlio, que resolveu aumentar em  0% dos salários em julho passado”, destacou a coordenadora do Fórum, Andréa Batista.

Na PCR, os servidores ligados aos serviços de saúde, educação, da administração direta, a guarda municipal, ocuparam o 9º e 12º andares respectivamente. Uma comissão participou de uma reunião com o secretário de Governo e Participação Social, Sileno Guedes, o secretário-executivo de Administração e Gestão de Pessoas, Carlos Muniz, e com o chefe de Gabinete do prefeito, Marconi Muzzio, Em resposta à proposta de reajuste, a Prefeitura no Recife emitiu nota elencando sua contraproposta de reajustes. Entre os itens, estão o aumento do abono para jornadas de oito horas, de R$ 500 para R$ 600, reajuste do vale refeição, que subiria de R$ 15,50 para R$ 18 em setembro. Além disso, manteve o reajuste de 2% nos vencimento básico a partir de outubro próximo. A proposta também mantém as mesas setoriais de negociação, onde as categorias apresentam demandas específicas. 

O conjunto dos servidores deixou o local, sem acordo. A partir desta quarta-feira (9), os sindicatos vão levar para as categorias em assembleias especificas para definir os rumos do movimento.

Para o presidente da CUT-PE, Carlos Veras, a gestão do prefeito Gerald Júlio trata os servidores com desrespeito apresentando propostas de reajustes indecentes. “ A gestão está inchada de cargos comissionados, com salários exorbitantes. Vejam que absurdo: enviou para a Câmara de Vereadores em regime de urgência um projeto de lei que beneficia diretamente seu grupo político. Falta dinheiro para o reajuste dos servidores (as) em geral, visando melhoramentos nas condições de trabalho e a qualidade dos serviços públicos, no entanto, não falta para seus apaniguados políticos”, destacou Veras.



 

 

Título: Servidores municipais  fazem ato unificado e rejeitam proposta da Prefeitura do Recife, Conteúdo: Servidores municipais de várias categorias, coordenado pelo Fórum dos Servidores da CUT-PE, paralisaram suas atividades e protestaram nesta terça-feira (8) na Câmara Municipal do Recife. Logo depois da manifestação ato na Casa de José Mariano, a categoria iniciou uma caminhada em direção à Prefeitura do Recife, no bairro do Recife.  Nossa paralisação foi unificada e protestamos contra o descaso e a campanha de arrocho salarial do prefeito Geraldo Júlio, que resolveu aumentar em  0% dos salários em julho passado”, destacou a coordenadora do Fórum, Andréa Batista. Na PCR, os servidores ligados aos serviços de saúde, educação, da administração direta, a guarda municipal, ocuparam o 9º e 12º andares respectivamente. Uma comissão participou de uma reunião com o secretário de Governo e Participação Social, Sileno Guedes, o secretário-executivo de Administração e Gestão de Pessoas, Carlos Muniz, e com o chefe de Gabinete do prefeito, Marconi Muzzio, Em resposta à proposta de reajuste, a Prefeitura no Recife emitiu nota elencando sua contraproposta de reajustes. Entre os itens, estão o aumento do abono para jornadas de oito horas, de R$ 500 para R$ 600, reajuste do vale refeição, que subiria de R$ 15,50 para R$ 18 em setembro. Além disso, manteve o reajuste de 2% nos vencimento básico a partir de outubro próximo. A proposta também mantém as mesas setoriais de negociação, onde as categorias apresentam demandas específicas.  O conjunto dos servidores deixou o local, sem acordo. A partir desta quarta-feira (9), os sindicatos vão levar para as categorias em assembleias especificas para definir os rumos do movimento. Para o presidente da CUT-PE, Carlos Veras, a gestão do prefeito Gerald Júlio trata os servidores com desrespeito apresentando propostas de reajustes indecentes. “ A gestão está inchada de cargos comissionados, com salários exorbitantes. Vejam que absurdo: enviou para a Câmara de Vereadores em regime de urgência um projeto de lei que beneficia diretamente seu grupo político. Falta dinheiro para o reajuste dos servidores (as) em geral, visando melhoramentos nas condições de trabalho e a qualidade dos serviços públicos, no entanto, não falta para seus apaniguados políticos”, destacou Veras.    



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