Proposta de acordo para químicos inclui INPC e manutenção de cláusulas

Comissão bipartite deverá avaliar os impactos da nova legislação trabalhista

Escrito por: RBA Redação • Publicado em: 30/10/2017 - 11:55 • Última modificação: 30/10/2017 - 11:59 Escrito por: RBA Redação Publicado em: 30/10/2017 - 11:55 Última modificação: 30/10/2017 - 11:59

São Paulo – Para renovar a convenção coletiva, as empresas do setor químico no estado de São Paulo ofereceram no dia 27, reajuste salarial com base na variação do INPC em 12 meses, até outubro, véspera da data-base (1º de novembro). A proposta será apresentada em assembleias, mas a tendência é de aprovação. O sindicato da capital, por exemplo, tem assembleia marcada para a próxima quarta-feira (1º).

O INPC e o IPCA de outubro serão conhecidos em 10 de novembro. Segundo estimativas, o acumulado deverá ficar pouco abaixo de 2%. Coincidentemente, o dia 10 é véspera de implementação da Lei 13.467, que altera a legislação trabalhista. Pela proposta de acordo, da convenção deverá constar a instalação de uma comissão bipartite para discutir os impactos da lei.

"Conseguimos barrar o ataque aos nossos direitos a partir da manutenção de nossa convenção coletiva por mais um ano e a reposição da inflação por meio do INPC", diz a Fetquim, federação estadual da categoria que reúne sete sindicatos (São Paulo, ABC, Campinas, Osasco, Vinhedo, Jundiaí e São José dos Campos), ligados a CUT, Intersindical e CSP-Conlutas, com 180 mil trabalhadores na base. 

Para o piso da categoria, em empresas com até 49 trabalhadores, também será aplicado reajuste pelo INPC. O valor atual é de R$ 1.469,53. Nas empresas com 50 ou mais funcionários, o aumento será de 1,9% (R$ 1.535).

Em relação à participação nos lucros ou resultados (PLR), a correção também será pelo INPC, nos dois casos. Os valores atuais são de R$ 930 (até 49 empregados) e R$ 1.030 (50 ou mais).

A Fequimfar, filiada à Força Sindical, com 33 sindicatos e 150 mil trabalhadores na base, também é favorável ao acordo. "No momento em que a reforma trabalhista está prestes a entrar em vigor, entendemos ser um avanço manter as conquistas", diz o presidente da entidade, Sérgio Luiz Leite, o Serginho.

Título: Proposta de acordo para químicos inclui INPC e manutenção de cláusulas, Conteúdo: São Paulo – Para renovar a convenção coletiva, as empresas do setor químico no estado de São Paulo ofereceram no dia 27, reajuste salarial com base na variação do INPC em 12 meses, até outubro, véspera da data-base (1º de novembro). A proposta será apresentada em assembleias, mas a tendência é de aprovação. O sindicato da capital, por exemplo, tem assembleia marcada para a próxima quarta-feira (1º). O INPC e o IPCA de outubro serão conhecidos em 10 de novembro. Segundo estimativas, o acumulado deverá ficar pouco abaixo de 2%. Coincidentemente, o dia 10 é véspera de implementação da Lei 13.467, que altera a legislação trabalhista. Pela proposta de acordo, da convenção deverá constar a instalação de uma comissão bipartite para discutir os impactos da lei. Conseguimos barrar o ataque aos nossos direitos a partir da manutenção de nossa convenção coletiva por mais um ano e a reposição da inflação por meio do INPC, diz a Fetquim, federação estadual da categoria que reúne sete sindicatos (São Paulo, ABC, Campinas, Osasco, Vinhedo, Jundiaí e São José dos Campos), ligados a CUT, Intersindical e CSP-Conlutas, com 180 mil trabalhadores na base.  Para o piso da categoria, em empresas com até 49 trabalhadores, também será aplicado reajuste pelo INPC. O valor atual é de R$ 1.469,53. Nas empresas com 50 ou mais funcionários, o aumento será de 1,9% (R$ 1.535). Em relação à participação nos lucros ou resultados (PLR), a correção também será pelo INPC, nos dois casos. Os valores atuais são de R$ 930 (até 49 empregados) e R$ 1.030 (50 ou mais). A Fequimfar, filiada à Força Sindical, com 33 sindicatos e 150 mil trabalhadores na base, também é favorável ao acordo. No momento em que a reforma trabalhista está prestes a entrar em vigor, entendemos ser um avanço manter as conquistas, diz o presidente da entidade, Sérgio Luiz Leite, o Serginho.



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