MPT responsabiliza reforma trabalhista por greve dos caminhoneiros

A manifestação dos caminhoneiros pode ter sido provocada pela reforma trabalhista que fragilizou os sindicatos e as relações trabalhistas.

Escrito por: Redação CUT • Publicado em: 01/06/2018 - 15:39 • Última modificação: 01/06/2018 - 15:48 Escrito por: Redação CUT Publicado em: 01/06/2018 - 15:39 Última modificação: 01/06/2018 - 15:48

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O Ministério Público do Trabalho (MPT), lançou uma nota na última quarta-feira (30/4), em que  traça um panorama das causas que levaram à precarização das condições de trabalho dos caminhoneiros do Brasil e reforça seu papel de mediador em conflitos sociais ligados ao mundo do trabalho.

O MPT reconhece a complexidade da crise, que envolve questões logísticas, políticas comerciais e fiscais, mas identifica na origem do movimento a insatisfação provocada pela fragilização das proteções trabalhistas por conta de mudanças na legislação, antes mesmo da atual reforma trabalhista.

No entendimento do MPT, a fragilização sindical observada no movimento dos caminhoneiros pode ser "a ponta de um grande iceberg descortinado pela recente Reforma Trabalhista" que precarizou as relações trabalhistas no país e afetará também outras categorias de trabalhadores.

Por isso, o documento anuncia ainda a criação, na Procuradoria-Geral do Trabalho, de instância destinada a acompanhar, mediar e dar respostas institucionais a crises sociais decorrentes da precarização das relações de trabalho.

Acesse aqui a íntegra do documento

http://portal.mpt.mp.br/wps/wcm/connect/portal_mpt/49c9ad90-ff57-49a4-9663-daad9b967899/NOTAMPT.pdf?MOD=AJPERES&CVID=meODLW2

Título: MPT responsabiliza reforma trabalhista por greve dos caminhoneiros, Conteúdo: O Ministério Público do Trabalho (MPT), lançou uma nota na última quarta-feira (30/4), em que  traça um panorama das causas que levaram à precarização das condições de trabalho dos caminhoneiros do Brasil e reforça seu papel de mediador em conflitos sociais ligados ao mundo do trabalho. O MPT reconhece a complexidade da crise, que envolve questões logísticas, políticas comerciais e fiscais, mas identifica na origem do movimento a insatisfação provocada pela fragilização das proteções trabalhistas por conta de mudanças na legislação, antes mesmo da atual reforma trabalhista. No entendimento do MPT, a fragilização sindical observada no movimento dos caminhoneiros pode ser a ponta de um grande iceberg descortinado pela recente Reforma Trabalhista que precarizou as relações trabalhistas no país e afetará também outras categorias de trabalhadores. Por isso, o documento anuncia ainda a criação, na Procuradoria-Geral do Trabalho, de instância destinada a acompanhar, mediar e dar respostas institucionais a crises sociais decorrentes da precarização das relações de trabalho. Acesse aqui a íntegra do documento http://portal.mpt.mp.br/wps/wcm/connect/portal_mpt/49c9ad90-ff57-49a4-9663-daad9b967899/NOTAMPT.pdf?MOD=AJPERES&CVID=meODLW2



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