"Esquenta da Greve Geral" movimenta vários pontos de Pernambuco

A mobilização começou com uma panfletagem com a população nas Estações do Metrô – Central e e Joana Bezerra, às 06h30 e no Aeroporto dos Guararapes

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE com informações da CUT Nacional • Publicado em: 20/06/2017 - 18:08 • Última modificação: 20/06/2017 - 18:19 Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE com informações da CUT Nacional Publicado em: 20/06/2017 - 18:08 Última modificação: 20/06/2017 - 18:19

CUT-PE

A CUT-PE, demais centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo iniciaram, nesta terça-feira (20), o Junho de Lutas, uma jornada de manifestações, panfletagens e assembleias para informar a classe trabalhadora sobre os riscos de perda de direitos sociais, previdenciários e trabalhista. No Recife, foram realizadas Assembleias em locais de trabalho. A mobilização começou pela manhã, com uma panfletagem/diálogo com a população nas Estações do Metrô – Central e e Joana Bezerra, às 06h30 e no Aeroporto Internacional dos Guararapes, às 09h, À tarde, houve concentração, às 16h, na Praça da Democracia do Derby, com caminhada de protesto pelo Centro do Recife.

Por sua vez, os companheiros e companheiras de luta marcaram presença na atividade do "Esquenta da Greve Geral", na entrada do projeto de Irrigação (M-11) da Queiroz Galvão Alimentos, localizado na fazenda de Petrolina, Região do São Francisco. O local tem cerca de três mil trabalhadores (as).

Sob a coordenação da companheira Simone Paim, diretora da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Petrolina, foi realizada no final da manhã de hoje (20) uma Assembleia Geral dos trabalhadores (as) da empresa Special Fruit. A categoria, em torno de 880 trabalhadores, aprovou a por unanimidade participação na Greve Geral do dia 30 de junho.Até lá, a CUT, demais centrais e os movimentos sociais discutirão a greve geral contra os desmontes e retrocessos do golpista Temer. A expectativa é repetir a paralisação nacional do dia 28 de abril, quando mais de 40 milhões de trabalhadores cruzaram os braços.

Vale salientar que a Jornada de Lutas contra as reformas Trabalhista e Previdenciária, pelo Fora Temer e Diretas Já!, começou na semana em que as comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado votarão o relatório sobre a reforma Trabalhista feito pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Sob pressão da CUT, das demais centrais sindicais e dos movimentos sociais que fizeram mobilizações contra o desmonte da CLT, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) derrotou por 10 a 9 a proposta de Reforma Trabalhista do golpista e ilegítimo Michel Temer (PMDB-SP). 

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, “esse resultado é uma demonstração cabal de que a mobilização e a pressão é a arma mais eficaz da classe trabalhadora contra os desmontes sociais, trabalhista e previdenciário que Temer e sua turma querem fazer”. A previsão é que o texto vá a plenário antes do dia 30 de junho.

Vamos continuar mobilizados rumo a greve geral, disse Vagner que completou: “é importante continuar e reforçar as nossas mobilizações nos Estados e Municípios, principalmente nas bases dos senadores que fazem parte da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta vai ser votada no próximo dia 28/6”.          

Essa é a primeira de uma série de derrotas que a CUT, as demais centrais e os movimentos sociais vão impor a Temer. O Palácio do Planalto dava como certa a aprovação do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que foi rejeitado nesta terça. 

Vagner alerta que a rejeição do relatório na CAS representa uma derrota política de Temer, mas a luta segue na CCJ e no plenário da Casa. Isso porque, a CAS aprovou o voto em separado do senador Paulo Paim (PT-RS), que apresentou mudanças no texto encaminhado pela Câmara dos Deputados, mas o resultado da votação não interrompe a tramitação da proposta do governo. A decisão final sobre o voto em separado do Paim e a proposta do governo cabe ao plenário do Senado.

Veja como votaram os senadores:

Ângela Portela (PDT) - Não
Humberto Costa (PT) - Não
Paulo Paim (PT) - Não
Paulo Rocha (PT) - Não
Regina Sousa (PT) - Não 
Eduardo Amorim (PSDB) - Não
Hélio José (PMDB) - Não 
Lídice da Mata (PSB) - Não
Randolfe Rodrigues (REDE) - Não 
Otto Alencar (PSD) - Não

Waldermir Moka (PMDB) - Sim
Elmano Férrer (PMDB) - Sim
Airton Sandoval (PMDB) - Sim
Cidinho Santos (PR) - Sim
Vicentinho Alves (PR) - Sim 
Dalirio Beber (PSDB) - Sim 
Flexa Ribeiro (PSDB) - Sim
Ricardo Ferraço (PSDB) - Sim
Ana Amélia (PP) - Sim

Título: "Esquenta da Greve Geral" movimenta vários pontos de Pernambuco, Conteúdo: A CUT-PE, demais centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo iniciaram, nesta terça-feira (20), o Junho de Lutas, uma jornada de manifestações, panfletagens e assembleias para informar a classe trabalhadora sobre os riscos de perda de direitos sociais, previdenciários e trabalhista. No Recife, foram realizadas Assembleias em locais de trabalho. A mobilização começou pela manhã, com uma panfletagem/diálogo com a população nas Estações do Metrô – Central e e Joana Bezerra, às 06h30 e no Aeroporto Internacional dos Guararapes, às 09h, À tarde, houve concentração, às 16h, na Praça da Democracia do Derby, com caminhada de protesto pelo Centro do Recife. Por sua vez, os companheiros e companheiras de luta marcaram presença na atividade do Esquenta da Greve Geral, na entrada do projeto de Irrigação (M-11) da Queiroz Galvão Alimentos, localizado na fazenda de Petrolina, Região do São Francisco. O local tem cerca de três mil trabalhadores (as). Sob a coordenação da companheira Simone Paim, diretora da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Petrolina, foi realizada no final da manhã de hoje (20) uma Assembleia Geral dos trabalhadores (as) da empresa Special Fruit. A categoria, em torno de 880 trabalhadores, aprovou a por unanimidade participação na Greve Geral do dia 30 de junho.Até lá, a CUT, demais centrais e os movimentos sociais discutirão a greve geral contra os desmontes e retrocessos do golpista Temer. A expectativa é repetir a paralisação nacional do dia 28 de abril, quando mais de 40 milhões de trabalhadores cruzaram os braços. Vale salientar que a Jornada de Lutas contra as reformas Trabalhista e Previdenciária, pelo Fora Temer e Diretas Já!, começou na semana em que as comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado votarão o relatório sobre a reforma Trabalhista feito pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Sob pressão da CUT, das demais centrais sindicais e dos movimentos sociais que fizeram mobilizações contra o desmonte da CLT, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) derrotou por 10 a 9 a proposta de Reforma Trabalhista do golpista e ilegítimo Michel Temer (PMDB-SP).  Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, “esse resultado é uma demonstração cabal de que a mobilização e a pressão é a arma mais eficaz da classe trabalhadora contra os desmontes sociais, trabalhista e previdenciário que Temer e sua turma querem fazer”. A previsão é que o texto vá a plenário antes do dia 30 de junho. Vamos continuar mobilizados rumo a greve geral, disse Vagner que completou: “é importante continuar e reforçar as nossas mobilizações nos Estados e Municípios, principalmente nas bases dos senadores que fazem parte da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta vai ser votada no próximo dia 28/6”.           Essa é a primeira de uma série de derrotas que a CUT, as demais centrais e os movimentos sociais vão impor a Temer. O Palácio do Planalto dava como certa a aprovação do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que foi rejeitado nesta terça.  Vagner alerta que a rejeição do relatório na CAS representa uma derrota política de Temer, mas a luta segue na CCJ e no plenário da Casa. Isso porque, a CAS aprovou o voto em separado do senador Paulo Paim (PT-RS), que apresentou mudanças no texto encaminhado pela Câmara dos Deputados, mas o resultado da votação não interrompe a tramitação da proposta do governo. A decisão final sobre o voto em separado do Paim e a proposta do governo cabe ao plenário do Senado. Veja como votaram os senadores: Ângela Portela (PDT) - Não Humberto Costa (PT) - Não Paulo Paim (PT) - Não Paulo Rocha (PT) - Não Regina Sousa (PT) - Não  Eduardo Amorim (PSDB) - Não Hélio José (PMDB) - Não  Lídice da Mata (PSB) - Não Randolfe Rodrigues (REDE) - Não  Otto Alencar (PSD) - Não Waldermir Moka (PMDB) - Sim Elmano Férrer (PMDB) - Sim Airton Sandoval (PMDB) - Sim Cidinho Santos (PR) - Sim Vicentinho Alves (PR) - Sim  Dalirio Beber (PSDB) - Sim  Flexa Ribeiro (PSDB) - Sim Ricardo Ferraço (PSDB) - Sim Ana Amélia (PP) - Sim



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