CUT completa 34 anos e organiza a Exposição: "1917-2017:

Exposição sobre os 100 anos da greve geral de 1917 será aberta hoje, no 15º Congresso

Escrito por: Cedoc/CUT • Publicado em: 28/08/2017 - 10:35 • Última modificação: 28/08/2017 - 10:43 Escrito por: Cedoc/CUT Publicado em: 28/08/2017 - 10:35 Última modificação: 28/08/2017 - 10:43

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A Central Única dos Trabalhadores, por meio do seu Centro de Documentação e Memória Sindical (Cedoc/CUT) e da sua Secretaria de Cultura, organizou em parceria com o Arquivo Edgard Leuenroth, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a exposição “1917–2017: 100 anos depois a luta continua! Nenhum direito a menos”.

No ano de 1917, aconteceu no Brasil o que veio a ser classificado pelos historiadores como a primeira Greve Geral realizada no país. Trabalhadores/as insatisfeitos pela precária condição social a que estavam submetidos, utilizaram-se do instrumento da greve como resistência e arma para lutar e modificar a realidade vigente.

Passados cem anos, 2017 se transformou no ano em que os direitos duramente conquistados pelos trabalhadores/as ao longo do século XX acabassem sendo solapados pelo Legislativo e Executivo golpistas, responsáveis pela derrubada – através de um golpe – da presidenta democraticamente eleita Dilma Rousseff.

A exposição reproduz imagens de trabalhadores/as em situações de trabalho no começo do século XX onde é possível ver as péssimas condições de trabalho, os interiores das fábricas, a exploração do trabalho infantil. Foi nesse contexto que ocorreu a greve geral de 1917, mostrada com reproduções de fotos de assembleias, da repressão policial e de páginas dos jornais da época, como A Plebe. Em seguida são mostradas fotografias das mobilizações em defesa dos direitos dos trabalhadores/as no último período e que culminou com a greve geral de abril 2017.

A exposição sobre o centenário da greve geral de 1917 é um instrumento essencial para resgate da memória e reflexão das lutas passadas. O exemplo dos trabalhadores/as que um século atrás lutaram para defesa dos seus direitos serve como incentivo às lutas atuais, mostradas nas imagens recentes. Os trabalhadores/as não aceitarão calados o que está acontecendo atualmente e continuarão lutando em defesa de sua classe.

Com essa exposição, a Central Única dos Trabalhadores e o Arquivo Edgar Leuenroth/Unicamp desejam através da celebração dos 100 anos da Greve Geral de 1917 e da homenagem a mulheres e homens que se levantaram contra a exploração e condições degradantes de trabalho, explicitar que o direito à vida é fruto de uma luta que perpassa anos, e que a defesa dos direitos conquistados com o sangue da classe trabalhadora, muito antes da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), não pode esmorecer diante dos atuais ataques da burguesia e do governo ilegítimo de plantão.

Hoje, 28 de Agosto, quando a CUT completa 34 anos, a exposição será aberta como parte do 15º Congresso Extraordinário da CUT, que acontecerá até o dia 31 de agosto, na cidade de São Paulo. A partir da segunda semana de setembro a exposição estará aberta ao público em geral, no horário das 9 às 18h, no saguão da sede da CUT, na Rua Caetano Pinto, 575, Brás – São Paulo.

Título: CUT completa 34 anos e organiza a Exposição: "1917-2017:, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores, por meio do seu Centro de Documentação e Memória Sindical (Cedoc/CUT) e da sua Secretaria de Cultura, organizou em parceria com o Arquivo Edgard Leuenroth, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a exposição “1917–2017: 100 anos depois a luta continua! Nenhum direito a menos”. No ano de 1917, aconteceu no Brasil o que veio a ser classificado pelos historiadores como a primeira Greve Geral realizada no país. Trabalhadores/as insatisfeitos pela precária condição social a que estavam submetidos, utilizaram-se do instrumento da greve como resistência e arma para lutar e modificar a realidade vigente. Passados cem anos, 2017 se transformou no ano em que os direitos duramente conquistados pelos trabalhadores/as ao longo do século XX acabassem sendo solapados pelo Legislativo e Executivo golpistas, responsáveis pela derrubada – através de um golpe – da presidenta democraticamente eleita Dilma Rousseff. A exposição reproduz imagens de trabalhadores/as em situações de trabalho no começo do século XX onde é possível ver as péssimas condições de trabalho, os interiores das fábricas, a exploração do trabalho infantil. Foi nesse contexto que ocorreu a greve geral de 1917, mostrada com reproduções de fotos de assembleias, da repressão policial e de páginas dos jornais da época, como A Plebe. Em seguida são mostradas fotografias das mobilizações em defesa dos direitos dos trabalhadores/as no último período e que culminou com a greve geral de abril 2017. A exposição sobre o centenário da greve geral de 1917 é um instrumento essencial para resgate da memória e reflexão das lutas passadas. O exemplo dos trabalhadores/as que um século atrás lutaram para defesa dos seus direitos serve como incentivo às lutas atuais, mostradas nas imagens recentes. Os trabalhadores/as não aceitarão calados o que está acontecendo atualmente e continuarão lutando em defesa de sua classe. Com essa exposição, a Central Única dos Trabalhadores e o Arquivo Edgar Leuenroth/Unicamp desejam através da celebração dos 100 anos da Greve Geral de 1917 e da homenagem a mulheres e homens que se levantaram contra a exploração e condições degradantes de trabalho, explicitar que o direito à vida é fruto de uma luta que perpassa anos, e que a defesa dos direitos conquistados com o sangue da classe trabalhadora, muito antes da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), não pode esmorecer diante dos atuais ataques da burguesia e do governo ilegítimo de plantão. Hoje, 28 de Agosto, quando a CUT completa 34 anos, a exposição será aberta como parte do 15º Congresso Extraordinário da CUT, que acontecerá até o dia 31 de agosto, na cidade de São Paulo. A partir da segunda semana de setembro a exposição estará aberta ao público em geral, no horário das 9 às 18h, no saguão da sede da CUT, na Rua Caetano Pinto, 575, Brás – São Paulo.



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