Conafor debate o Plano de Formação e estratégias de luta

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE • Publicado em: 08/06/2017 - 16:36 • Última modificação: 08/06/2017 - 18:52 Escrito por: Assessoria de Imprensa da CUT-PE Publicado em: 08/06/2017 - 16:36 Última modificação: 08/06/2017 - 18:52

Assessoria de Imprensa da CUT-PE Apresentadas e detalhadas as propostas e ações do Plano Nacional, além da estratégias de luta

A Secretaria Nacional de Formação da CUT prosseguiu na quarta-feira (7), as discussões do Conafor, no auditório do Sindsprev, no Recife. A pauta incluiu a apresentação do Plano Nacional de Formação para o período de julho de 2017 a julho de 2018, além da apresentação dos novos programas e ações da política nacional de formação. A plenária contou as participações Rosane Bertotti, Antônio Donizete e Mara Freitas. Foram apresentadas e detalhadas as propostas e ações do Plano Nacional, além da estratégias de luta para combater os golpistas e corruptos..

Para a secretária de Formação da CUT Pernambuco, Ana Isabel Cavalcanti, a realização do Conafor foi importante, uma vez que contou com expressiva participação de lideranças sindicais, educadores e coordenadores de escolas e secretários cutistas. Isabel assinalou ainda a relevância dos  programas apresentados dentro da política nacional de formação.“É preciso ressaltar que traçamos metas e planejamento no Enafor  (Encontro Nacional de Formação realizado em São Paulo, no ano de 2016. A avaliação que nós fizemos, com relação de trazemos o evento para Pernambuco, é que não há registros no Nordeste pelo menos nos últimos 20 anos. Por isso, foi um ponto muito positivo. Trouxemos a interação das pessoas com nossa região e esse clima junino, festivo, para as pessoas conhecerem melhor nosso calor, nossa resistência e nossa luta”, frisou.

Logo depois, a  educadora da Secretaria de Formação Sindical da CUT, Ana Paula Melli, detalhou o programa de formação de dirigentes denominado - antes, agora e amanhã - em parceria com a Escola de Ciências do Trabalho do Dieese. O programa será de longa duração, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2017.  Segundo  ela, o programa vai certificar os dirigentes  em níveis de graduação ou de extensão e trazer elementos teóricos e capacitação cada vez mais aprimorada, pensando em intervenções em locais de trabalho e consolidação de um projeto politico e organizativo da CUT.

Em sua intervenção, a assessora da Secretaria Nacional de Formação da CUT, Maria Frô, opinou  sobre as estratégias de lutas de formação e de comunicação, desafios, estruturas, disputa de hegemonia, financiamento, uso de novas tecnologias e de inovações para a comunicação do movimento sindical cutista. Além disso, ela explicou os objetivos do curso de formação de formadores em cultura e comunicaação (Focco) que visa essencialmente ampliar e solidificar a rede nacional da CUT (comunicação, formação e cultura). “A gente precisa instrumentalizar o movimento sindical cutista no tema da comunicação, não só como direito humano, mas  como estratégia e estratégico politicamente para enfrentamos o golpe e os ataques aos nossos direitos, além de retomar a democracia. Vivemos num país onde a terra ainda é menos concentrada que os meios de comunicação. O monopólio da comunicação no Brasil é o único que não regulamentado, o que traz prejuízos astronômicos. Vocês viram  como eles cobriram nossa luta com a greve geral?  Nem o  tema da greve apareceu ou foi usado nos meios de comunicação. Em compensação, nosso Ocupa Brasília teve outra conotação como um ataque de vândalos. Não como trabalhadores em luta contra direitos arrancados e reformas preparadas por golpistas e corruptos”, pontuou.

A mídia divulga que "modernizar” uma legislação “anacrônica”, privilegiando a negociação entre patrões e empregados com o objetivo de dinamizar a economia e favorecer a retomada dos empregos. Esse foi o principal argumento da cobertura sobre a reforma trabalhista nos principais veículos do país, conforme levantamento feito pela Repórter Brasil.

Após os debates, foi a vez do público participante se manifestar. As intervenções  foram unânimes ao constatar que as ações e investidas de Temer e seus aliados colocadasd em prática visam trazer enormes prejuízos para o movimento sindical e os trabalhadores (as).

As propostas de reformas Trabalhista e Previdenciária do governo de Michel Temer (PMDB), por exermplo,  deixam os brasileiros inseguros quanto ao presente e ao futuro - entre o trabalho precário e o fim da aposentadoria - mostra o recorte da pesquisa CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 2 e 4 de junho, que apontou enorme rejeição tanto ao desempenho de Temer (75%) quanto às reformas.

Pesquisa CUT-Vox Populi mostra que a insatisfação com o ilegítimo presidente Michel Temer (PMDB) e sua agenda de retirada de direitos sociais, previdenciários e trabalhistas é enorme e se traduz nos números da rejeição ao peemedebista e também dos que querem a sua cassação e eleições diretas para eleger o novo presidente. 

 A CUT, em conjunto com as outras centrais sindicais  sinalizou o 20 de junho para preparar a próxima greve geral, prevista para acontecer dia 30 de junho. O dia  20/06, será  nosso Esquenta. Hoje, o sistema político está tentando operar com ou sem Temer. Nossa luta é de resistência. Fora Fora Temer, contra as reformas e por Diretas Já!

 

Título: Conafor debate o Plano de Formação e estratégias de luta, Conteúdo: A Secretaria Nacional de Formação da CUT prosseguiu na quarta-feira (7), as discussões do Conafor, no auditório do Sindsprev, no Recife. A pauta incluiu a apresentação do Plano Nacional de Formação para o período de julho de 2017 a julho de 2018, além da apresentação dos novos programas e ações da política nacional de formação. A plenária contou as participações Rosane Bertotti, Antônio Donizete e Mara Freitas. Foram apresentadas e detalhadas as propostas e ações do Plano Nacional, além da estratégias de luta para combater os golpistas e corruptos.. Para a secretária de Formação da CUT Pernambuco, Ana Isabel Cavalcanti, a realização do Conafor foi importante, uma vez que contou com expressiva participação de lideranças sindicais, educadores e coordenadores de escolas e secretários cutistas. Isabel assinalou ainda a relevância dos  programas apresentados dentro da política nacional de formação.“É preciso ressaltar que traçamos metas e planejamento no Enafor  (Encontro Nacional de Formação realizado em São Paulo, no ano de 2016. A avaliação que nós fizemos, com relação de trazemos o evento para Pernambuco, é que não há registros no Nordeste pelo menos nos últimos 20 anos. Por isso, foi um ponto muito positivo. Trouxemos a interação das pessoas com nossa região e esse clima junino, festivo, para as pessoas conhecerem melhor nosso calor, nossa resistência e nossa luta”, frisou. Logo depois, a  educadora da Secretaria de Formação Sindical da CUT, Ana Paula Melli, detalhou o programa de formação de dirigentes denominado - antes, agora e amanhã - em parceria com a Escola de Ciências do Trabalho do Dieese. O programa será de longa duração, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2017.  Segundo  ela, o programa vai certificar os dirigentes  em níveis de graduação ou de extensão e trazer elementos teóricos e capacitação cada vez mais aprimorada, pensando em intervenções em locais de trabalho e consolidação de um projeto politico e organizativo da CUT. Em sua intervenção, a assessora da Secretaria Nacional de Formação da CUT, Maria Frô, opinou  sobre as estratégias de lutas de formação e de comunicação, desafios, estruturas, disputa de hegemonia, financiamento, uso de novas tecnologias e de inovações para a comunicação do movimento sindical cutista. Além disso, ela explicou os objetivos do curso de formação de formadores em cultura e comunicaação (Focco) que visa essencialmente ampliar e solidificar a rede nacional da CUT (comunicação, formação e cultura). “A gente precisa instrumentalizar o movimento sindical cutista no tema da comunicação, não só como direito humano, mas  como estratégia e estratégico politicamente para enfrentamos o golpe e os ataques aos nossos direitos, além de retomar a democracia. Vivemos num país onde a terra ainda é menos concentrada que os meios de comunicação. O monopólio da comunicação no Brasil é o único que não regulamentado, o que traz prejuízos astronômicos. Vocês viram  como eles cobriram nossa luta com a greve geral?  Nem o  tema da greve apareceu ou foi usado nos meios de comunicação. Em compensação, nosso Ocupa Brasília teve outra conotação como um ataque de vândalos. Não como trabalhadores em luta contra direitos arrancados e reformas preparadas por golpistas e corruptos”, pontuou. A mídia divulga que modernizar” uma legislação “anacrônica”, privilegiando a negociação entre patrões e empregados com o objetivo de dinamizar a economia e favorecer a retomada dos empregos. Esse foi o principal argumento da cobertura sobre a reforma trabalhista nos principais veículos do país, conforme levantamento feito pela Repórter Brasil. Após os debates, foi a vez do público participante se manifestar. As intervenções  foram unânimes ao constatar que as ações e investidas de Temer e seus aliados colocadasd em prática visam trazer enormes prejuízos para o movimento sindical e os trabalhadores (as). As propostas de reformas Trabalhista e Previdenciária do governo de Michel Temer (PMDB), por exermplo,  deixam os brasileiros inseguros quanto ao presente e ao futuro - entre o trabalho precário e o fim da aposentadoria - mostra o recorte da pesquisa CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 2 e 4 de junho, que apontou enorme rejeição tanto ao desempenho de Temer (75%) quanto às reformas. Pesquisa CUT-Vox Populi mostra que a insatisfação com o ilegítimo presidente Michel Temer (PMDB) e sua agenda de retirada de direitos sociais, previdenciários e trabalhistas é enorme e se traduz nos números da rejeição ao peemedebista e também dos que querem a sua cassação e eleições diretas para eleger o novo presidente.   A CUT, em conjunto com as outras centrais sindicais  sinalizou o 20 de junho para preparar a próxima greve geral, prevista para acontecer dia 30 de junho. O dia  20/06, será  nosso Esquenta. Hoje, o sistema político está tentando operar com ou sem Temer. Nossa luta é de resistência. Fora Fora Temer, contra as reformas e por Diretas Já!  



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