Centrais sindicais e Frentes Populares se reúnem para avaliar greve geral e definir próximos passos

Na reunião desta manhã ficou decidido que as frentes e os sindicatos continuarão fazendo pressão até impedirem a aprovação das reformas

Escrito por: Centrais Sindicais • Publicado em: 04/05/2017 - 17:00 • Última modificação: 04/05/2017 - 17:04 Escrito por: Centrais Sindicais Publicado em: 04/05/2017 - 17:00 Última modificação: 04/05/2017 - 17:04

Divulgação

Reunidos na manhã desta quinta-feira, 04, representantes das centrais sindicais e das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular estiveram na sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) para fazerem suas avaliações da Greve Geral da última sexta-feira, 28, e decidirem os próximos passos na luta contra as reformas propostas pelo governo Temer. Participaram da reunião dirigentes da CUT; CTB; CSP Conlutas; Força Sindical; Intersidical; Nova Central; Pública e UGT.

Para as centrais, as paralisações e a manifestação que levou mais de 200 mil pessoas para as ruas do centro do Recife são a expressão organizada da indignação da classe trabalhadora com as reformas trabalhista e da previdência. No país, 35 milhões de trabalhadores pararam; em Pernambuco, foram realizados 43 trancassos.

Na avaliação dos dirigentes das centrais sindicais, a real dimensão histórica da Greve Geral virá com o tempo. No entanto, seu caráter pedagógico e a pressão sobre o Governo e o Congresso já são perceptíveis na medida em que há cada vez mais resistência às propostas que retiram os direitos arduamente conquistados pelos trabalhadores brasileiros.

Na reunião desta manhã ficou decidido que as frentes e os sindicatos continuarão fazendo pressão até impedirem a aprovação das reformas, e para isso lançaram mão de todos os instrumentos a que tiverem acesso, denunciando os parlamentares em suas bases eleitorais e expondo os que votam contra o interesse dos trabalhadores. Para isso, darão continuidade aos atos unificados e intensificarão ações de mídia e comunicação.

Por fim, as centrais sindicais reforçaram o compromisso de convocarem nova greve geral, dessa vez com 48h de duração, como forma de pressionar o governo contra as propostas de reforma que prejudicam o trabalhador. Além disso, as centrais anunciaram que começam a se preparar para uma grande marcha a Brasília para pressionarem os deputados caso a proposta seja votada pelo plenário da Câmara Federal.

Título: Centrais sindicais e Frentes Populares se reúnem para avaliar greve geral e definir próximos passos, Conteúdo: Reunidos na manhã desta quinta-feira, 04, representantes das centrais sindicais e das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular estiveram na sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) para fazerem suas avaliações da Greve Geral da última sexta-feira, 28, e decidirem os próximos passos na luta contra as reformas propostas pelo governo Temer. Participaram da reunião dirigentes da CUT; CTB; CSP Conlutas; Força Sindical; Intersidical; Nova Central; Pública e UGT. Para as centrais, as paralisações e a manifestação que levou mais de 200 mil pessoas para as ruas do centro do Recife são a expressão organizada da indignação da classe trabalhadora com as reformas trabalhista e da previdência. No país, 35 milhões de trabalhadores pararam; em Pernambuco, foram realizados 43 trancassos. Na avaliação dos dirigentes das centrais sindicais, a real dimensão histórica da Greve Geral virá com o tempo. No entanto, seu caráter pedagógico e a pressão sobre o Governo e o Congresso já são perceptíveis na medida em que há cada vez mais resistência às propostas que retiram os direitos arduamente conquistados pelos trabalhadores brasileiros. Na reunião desta manhã ficou decidido que as frentes e os sindicatos continuarão fazendo pressão até impedirem a aprovação das reformas, e para isso lançaram mão de todos os instrumentos a que tiverem acesso, denunciando os parlamentares em suas bases eleitorais e expondo os que votam contra o interesse dos trabalhadores. Para isso, darão continuidade aos atos unificados e intensificarão ações de mídia e comunicação. Por fim, as centrais sindicais reforçaram o compromisso de convocarem nova greve geral, dessa vez com 48h de duração, como forma de pressionar o governo contra as propostas de reforma que prejudicam o trabalhador. Além disso, as centrais anunciaram que começam a se preparar para uma grande marcha a Brasília para pressionarem os deputados caso a proposta seja votada pelo plenário da Câmara Federal.



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