As Reformas do governo ilegítimo de Temer e as formas de resistência dos trabalhadores são foco de debates no Congresso Estadual.

Movimentos Populares e integrantes da direção nacional da Central contribuíram no debate

Escrito por: Monyse Ravena • Publicado em: 22/07/2017 - 09:41 Escrito por: Monyse Ravena Publicado em: 22/07/2017 - 09:41

Tempus Comunicação O Congresso Extraordinário Nacional acontecerá em agosto

O segundo dia da 14ª Plenária e Congresso Extraordinário Estadual da CUT PE foi marcado por intensos debates políticas sobre a conjuntura nacional e estadual e também o papel das Reformas que estão sendo realizadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer.

João Paulo Rodrigues, da Frente Brasil Popular e da Direção Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), chamou atenção para a ação do imperialismo, em especial na América Latina e o papel que o Papa Francisco tem tido no mundo e no interior da igreja católica. Falando do Brasil, ele apontou o cenário de extrema polarização política, “Na crise política e econômica acabou o centro político, ou você está num campo de esquerda ou de direita, o centro desapareceu.”.

A Secretaria de Relações de Trabalho da CUT Nacional, Graça Costa, alertou para necessidade de se preparar para mais ataques aos direitos, “além da Reforma da Previdência que está tramitando e é um ataque muito frontal a tudo que conquistamos, a Reforma Trabalhista e a Terceirização sem limites que já foram aprovadas, ainda estamos esperando mais”, disse ela.

“O golpe está em pleno curso e tem uma característica econômica, o golpe quer explorar cada vez mais os trabalhadores e expropriar o meio ambiente”, Carmem Foro, Vice-Presidenta da CUT nacional também chamou atenção para necessidade de continuar disputando a narrativa do golpe na sociedade e também da urgência de “eleger companheiros comprometidos com os trabalhadores e trabalhadoras para contribuir na luta no Parlamento”, concluiu.

Ainda falando sobre o impacto do golpe no Brasil, Beatriz Cerqueira, Presidenta da CUT MG, afirmou que estamos vivendo uma mudança estrutural que irá afetará as próximas gerações e reforçou a necessidade da disputa do imaginário da população em torno do golpe. “Eles estão escrevendo uma nova constituição, modelando o estado brasileiro na sua perspectiva de Estado, destruindo a CLT, privatizando tudo que pode ser privatizado”, destaca. Cerqueira também lembra que o governo ilegítimo de Temer está enfraquecendo os Bancos Públicos, “que cumprem tarefas sociais que esse novo governo não aceita”, assim como destacou a Reforma da educação que “faz com que o Brasil tenha uma divisão de classe na educação” e a destruição do SUS.  Apesar do cenário de crise a sindicalista concluiu afirmando, “eu acho que o momento agora é de acumular força para interferir e alterar os planos da elite brasileira”.

O Congresso da CUT PE se encerrou no sábado (22) com a definição do calendário de lutas para o próximo período e a eleição de delegados para o Congresso Extraordinário Nacional.

Título: As Reformas do governo ilegítimo de Temer e as formas de resistência dos trabalhadores são foco de debates no Congresso Estadual., Conteúdo: O segundo dia da 14ª Plenária e Congresso Extraordinário Estadual da CUT PE foi marcado por intensos debates políticas sobre a conjuntura nacional e estadual e também o papel das Reformas que estão sendo realizadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer. João Paulo Rodrigues, da Frente Brasil Popular e da Direção Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), chamou atenção para a ação do imperialismo, em especial na América Latina e o papel que o Papa Francisco tem tido no mundo e no interior da igreja católica. Falando do Brasil, ele apontou o cenário de extrema polarização política, “Na crise política e econômica acabou o centro político, ou você está num campo de esquerda ou de direita, o centro desapareceu.”. A Secretaria de Relações de Trabalho da CUT Nacional, Graça Costa, alertou para necessidade de se preparar para mais ataques aos direitos, “além da Reforma da Previdência que está tramitando e é um ataque muito frontal a tudo que conquistamos, a Reforma Trabalhista e a Terceirização sem limites que já foram aprovadas, ainda estamos esperando mais”, disse ela. “O golpe está em pleno curso e tem uma característica econômica, o golpe quer explorar cada vez mais os trabalhadores e expropriar o meio ambiente”, Carmem Foro, Vice-Presidenta da CUT nacional também chamou atenção para necessidade de continuar disputando a narrativa do golpe na sociedade e também da urgência de “eleger companheiros comprometidos com os trabalhadores e trabalhadoras para contribuir na luta no Parlamento”, concluiu. Ainda falando sobre o impacto do golpe no Brasil, Beatriz Cerqueira, Presidenta da CUT MG, afirmou que estamos vivendo uma mudança estrutural que irá afetará as próximas gerações e reforçou a necessidade da disputa do imaginário da população em torno do golpe. “Eles estão escrevendo uma nova constituição, modelando o estado brasileiro na sua perspectiva de Estado, destruindo a CLT, privatizando tudo que pode ser privatizado”, destaca. Cerqueira também lembra que o governo ilegítimo de Temer está enfraquecendo os Bancos Públicos, “que cumprem tarefas sociais que esse novo governo não aceita”, assim como destacou a Reforma da educação que “faz com que o Brasil tenha uma divisão de classe na educação” e a destruição do SUS.  Apesar do cenário de crise a sindicalista concluiu afirmando, “eu acho que o momento agora é de acumular força para interferir e alterar os planos da elite brasileira”. O Congresso da CUT PE se encerrou no sábado (22) com a definição do calendário de lutas para o próximo período e a eleição de delegados para o Congresso Extraordinário Nacional.



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