Após atos, Temer retira servidores da reforma da Previdência

Categorias serão sujeitas a uma reforma específica definida pelos governadores e deputados

Escrito por: Brasil de Fato • Publicado em: 22/03/2017 - 11:32 Escrito por: Brasil de Fato Publicado em: 22/03/2017 - 11:32

O presidente não eleito, Michel Temer, excluiu os servidores públicos estaduais e municipais da proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (21), no Palácio do Planalto, uma semana após atos que levaram mais de um milhão de pessoas às ruas do Brasil contra a reforma da Previdência.

O argumento é que esta decisão "reforça o princípio federativo e a autonomia" dos estados e dos municípios. “Vários estados já providenciaram sua reformulação previdenciária. E seria uma relativa invasão de competência, que nós não queremos levar adiante, portanto disciplinando a Previdência apenas para servidores federais”, disse Temer, em rápido pronunciamento.

A decisão faz com que professores da rede pública estadual e policiais civis estaduais, dentre outras categorias vinculadas aos governos dos estados, aguardem uma reforma específica, definida pelos governadores e deputados estaduais.

Continuam dentro da reforma apresentada pelo governo os servidores públicos federais, bem como os trabalhadores da iniciativa privada, que são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Com isso, Temer atende a um pedido da base governista no Congresso. “Isso agrada a base. É um pleito da base sendo atendido pelo governo. Cada estado trata dos seus funcionários e nós aqui, em nível federal, tratamos dos servidores públicos federais”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB/MS), presidente da comissão especial criada para analisar a proposta da reforma da Previdência.

Além de Marun, estavam presentes no pronunciamento o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), o relator do projeto de reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), além dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Temer tem se reunido nos últimos dias com parlamentares da base e ministros para tratar do tema e negociar uma aprovação o mais integral possível do texto enviado pelo Palácio ao Congresso.

*Com informações da Agência Brasil.

Título: Após atos, Temer retira servidores da reforma da Previdência, Conteúdo: O presidente não eleito, Michel Temer, excluiu os servidores públicos estaduais e municipais da proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (21), no Palácio do Planalto, uma semana após atos que levaram mais de um milhão de pessoas às ruas do Brasil contra a reforma da Previdência. O argumento é que esta decisão reforça o princípio federativo e a autonomia dos estados e dos municípios. “Vários estados já providenciaram sua reformulação previdenciária. E seria uma relativa invasão de competência, que nós não queremos levar adiante, portanto disciplinando a Previdência apenas para servidores federais”, disse Temer, em rápido pronunciamento. A decisão faz com que professores da rede pública estadual e policiais civis estaduais, dentre outras categorias vinculadas aos governos dos estados, aguardem uma reforma específica, definida pelos governadores e deputados estaduais. Continuam dentro da reforma apresentada pelo governo os servidores públicos federais, bem como os trabalhadores da iniciativa privada, que são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Com isso, Temer atende a um pedido da base governista no Congresso. “Isso agrada a base. É um pleito da base sendo atendido pelo governo. Cada estado trata dos seus funcionários e nós aqui, em nível federal, tratamos dos servidores públicos federais”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB/MS), presidente da comissão especial criada para analisar a proposta da reforma da Previdência. Além de Marun, estavam presentes no pronunciamento o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), o relator do projeto de reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), além dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). Temer tem se reunido nos últimos dias com parlamentares da base e ministros para tratar do tema e negociar uma aprovação o mais integral possível do texto enviado pelo Palácio ao Congresso. *Com informações da Agência Brasil.



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