Classe trabalhadora promete se unir e voltar às ruas para combater desmandos do governo golpista de Michel Temer.

09/11/2017 - 21:49

No Recife, será realizada uma Assembleia Geral da Classe Trabalhadora, na Praça da Democracia do Derby, com concentração a partir das 09h.

Classe trabalhadora promete se unir e voltar às ruas para combater desmandos do governo golpista de Michel Temer.

Sexta-feira, 10 de novembro, acontecerá o Dia Nacional de Paralisação. A ação, chamada pela CUT e demais centrais sindicais, tem como pauta o protesto contra a retirada de direitos trabalhistas promovida pelo governo ilegítimo de Michel Temer. A Reforma Trabalhista vai acabar com a proteção ao trabalho, com o décimo terceiro salário, FGTS, férias, cria o trabalho intermitente, cria a figura da pessoa jurídica (PJ) e permite que mulheres lactantes e gestantes trabalhem em locais insalubres.

"Neste momento de grave retrocesso, estamos cumprido um papel protagonista em organizar a luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora e da democracia, preservando a unidade com os movimentos sociais. Sabemos que, através de mobilização, participação e solidariedade de classe podemos avançar em defesa dos direitos de todos e todas", pontuou o vice-presidente da CUT-PE, Paulo Rocha, em entrevista coletiva realizada na tarde desta quinta-feira, na sede da Central, bairro de Santo Amaro/Recife. O evento contou com as participações das centrais sindicais e representativas em Pernambuco - CUT, CTB, Força Sindical, Nova Central, Intersindical e UGT.

No dia 10 de novembro, sexta-feira,, de norte a sul do país, a CUT em conjunto com as demais centrais sindicais e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, ocupará as ruas para defender os direitos da classe trabalhadora, combater as reformas trabalhista e previdenciária, por meio de paralisações nos locais de trabalho e atos públicos em praças e avenidas.

No Recife, será realizada uma Assembleia Geral da Classe Trabalhadora, na Praça da Democracia do Derby, com concentração a partir das 09h.

O que estamos esperando mais? A classe trabalhadora precisar se unir e voltar às ruas para evitar a escravidão.

Vamos à luta! 
Nenhum direito a menos.